28 de ago de 2009

Professor Layton


Esse aí em cima é o Professor Layton (link do site norteamericano, com demos de enigmas). Nos jogos da sua série, para o Nintendo DS, por trás do objetivo principal, que sempre desenrola uma história impressionante, o jogador deve resolver enigmas dos mais diversos. Pelo que eu sei, haverão, no total, quatro jogos na série. Três deles já foram lançados no Japão. Nos Estados Unidos, foram dois. Acontece o seguinte: no final de 2007, foi lançado o primeiro jogo no japão, que chegou no EUA no ano passado, com o nome de Professor Layton and the Curious Village. Em 2008, chegava a versão japonesa do segundo jogo, lançado há poucos dias nos Estados Unidos, com o nome de Professor Layton and the Diabolical Box (que eu estou jogando freneticamente!!). No final do mesmo ano já foi lançado o nipônico 3º jogo da série. Sem previsão de lançamento na América. E até o final desse ano, o Japão já terá todos os jogos da série a venda. Estou ansioso para ver os jogos em sua versão em inglês...
O que atrai os jogadores para esse jogo é o fato de ter muitos puzzles para se resolver. Só no primeiro jogo, se eu não me engano, há 135 puzzles no total. E o segundo jogo tem mais, de acordo com as notícias publicadas. Além disso, algo que chama muito minha atenção é os vídeos animados. A qualidade da animação é incrível, com imagens tridimensionais e cenários belíssimos. A dublagem é perfeita e os personagens são totalmente excêntricos e estranhos. Não há um único personagem que você pode dizer que é normal. Só pelo formato caricato dos rostos deles já dá pra perceber isso.
Professor Hershel Layton é um cavalheiro britânico, que ensina Arqueologia na fictícia Universidade Gressenheller em Londres. Ele é conhecido por sua habilidade de dedução, sua capacidade de resolver enigmas, assim como sua cartola alta. Ele também treina seu aprendiz, Luke Triton, o outro protagonista.
Há um filme a ser lançado no Japão em 19 de dezembro desse ano com o nome de Professor Layton and the Eternal Diva (esse é o link do site oficial do filme, em japonês. Eu não sei nem onde clicar, com todos esses ideogramas...). Pelas característivas dos vídeos dos jogos, acredito que esse filme vai ser excelente! Tô louco pra ele ser lançado aqui... Mas isso deve demorar muuuito... Quer conferir o trailer legendado em inglês? Tá aqui. A história parece ser tão boa quanto as dos jogos. E a produtora do filme está planejando lançar um segundo filme já para 2010, com um nome que eu achei genial: Professor Layton and the Second Movie. Essa informação é séria e eu não entendi errado, pode ter certeza disso. O nome até agora é esse mesmo.
E por falar em filme, há uns meses, eu vi um filme que tem o estilo muito parecido com as ilustrações e vídeos de Professor Layton. Pensei até que era o mesmo ilustrador, mas descobri que não. No Brasil, recebeu o nome de As Bicicletas de Belleville. O nome original dele é Les Triplettes de Belleville (As Trigêmeas de Belleville). Nos Estados Unidos é The Triplets os Belleville (o mesmo que o título em espanhol) e no Reino Unido é Belleville Rendez-Vous (se eu não me engano, significa Reunião de Belleville). Esse filme é argentino, daí o nome em espanhol. É incrível como os filmes de animação atuais estão cada vez menos direcionados ao público infantil. Esse filme é bem mais profundo que só a casca. Veja e comprove. Aí em baixo tem um screenshot do filme.
Bom, por enquanto é só.
Enjoy!

25 de ago de 2009

Pixar Animation Studios



Hoje eu descobri um monte de coisas interessantes sobre a Pixar. Uma delas é que a pronúncia que deveria ser a certa é com a tônica em -ar. Tipo Pixár. Isso porque o nome da empresa provém de um pseudo-verbo em espanhol que significa "criar pixels". Bacana, né?
A Pixar fica em Emeryville, na Califórnia, e foi fundada em 1986 por Edwin Earl Catmull. Ela era uma divisão da Lucasfilm e tinha o nome de Graphics Group. A Graphics Group fazia alguns efeitos especiais em filmes como Star Trek II: The Wrath of Khan e Young Sherlock Holmes.
Agora vem um fato interessantíssimo, do qual eu não sabia: em 1986, ela foi comprada por ninguém menos que Steve Jobs (o co-fundador da Apple) por US$10 milhões. Catmull ficou sendo o presidente da empresa e Jobs o diretor executivo. Foi aí que a Graphics Group se tornou a Pixar.
Mas veja bem os fatos: em 1985, Steve Jobs foi forçado pelo conselho de administração da Apple a sair da mesma (ele era presidente, mas a Apple, ao longo dos anos, se tornou Sociedade Anônima, portanto, o conselho de administração tinha o direito de solicitar sua saída). Então, ele fundou outra empresa ligada à área de informática: a NeXT (o link é de um site que eu não sei se é o oficial, mas tente digitar www.next.com no seu navegador. Adivinha em que site cai...). Em 86, ele comprou a Graphics Group. No início, a Pixar era apenas uma empresa que produzia hardware (computadores e seus componentes), e seu principal produto era o Pixar Image Computer. A Walt Disney Pictures era a maior compradora do Image Computer e mais tarde, as duas empresas desenvolveram o Computer Animation Production System (CAPS), um software para colorir animações no computador. Como o Image Computer não fazia muito sucesso, John Lasseter, empregado da Pixar, produzia curtas-metragens com o aparelho, para mostrar suas capacidades. Um dos curtas é Luxo Jr. Depois disso, a divisão de animações da empresa só cresceu. Porém, Steve Jobs gastava muito dinheiro com a Pixar. Por isso, em 1991, Jobs assinou um contrato com a Disney por US$26 milhões para fazer três longas-metragens, dentre eles Toy Story.
A Pixar fazia o filme e a Disney cuidava da distribuição. Porém, Steve Jobs e o diretor executivo da Disney não se entendiam. Graças a isso, o filme Carros seria o último fime feito em conjunto pelas empresas. Em 2004 a Pixar tentou uma nova união. Porém, suas exigências eram inaceitáveis para a Disney (não haveria divisão de lucros e os direitos autorais dos filmes ficariam com a Pixar). Jobs começou a procurar outras empresas com as quais criar um acordo. Como aDisney possuía os direitos dos filmes já produzidos com a Pixar, ela podia fazer continuações, tanto que começou a produzir Toy Story 3 sozinha. Mas em janeiro de 2006, as duas empresas chegaram a um acordo e a Disney comprou a Pixar por US$7,4 bilhões. Steve Jobs é hoje o maior acionista individual da Walt Disney Pictures e é um dos principais membros do quadro de diretores da empresa.
Aí em baixo segue uma montagem que eu fiz com uma foto de uma luminária da minha casa. =D (Clique nela para aumentar)
Enjoy!

23 de ago de 2009

Optimus Maximus keyboard

Não, não estou falando do Optimus Prime, o Autobot do Transformers. Optimus Maximus é um teclado de computador. Olha só, que bonitinho (clique na imagem para ampliar):
Legal, ? Aí você pergunta: mas o que tem de tão especial nesse teclado? Bom, dá uma olhadinha nas teclas. As letras e imagens são gravadas no material? Nada disso. Todas as teclas, eu disse TODAS AS TECLAS, são TELAS. Displays de OLED. Isso mesmo. O legal disso é que o usuário pode configurar o que ele quer que apareça em cada tecla. E também há modos predefinidos de uso para cada programa que quiser. Por exemplo, se você quiser jogar alguma coisa, pode configurá-lo para mostrar algo do tipo:


Ou, se quiser usar o Photoshop, pode fazer mostrar isso:


Bacana demais!! É incrível. Para mais informações, visite o site oficial do Art. Lebedev Studio (criador do Optimus Maximus). Dá uma olhadinha na última imagem da página... =D

P.S.: para quem queria saber o que eram as "coisas mais" do blog, é isso. Qualquer coisa é coisa mais. Enjoy!

PlayStation 3 Slim


O PlayStation 3 Slim impressionou muita gente. Ele é 32% menor e 36% mais leve que o PS3 bitelão. E tem um HD de 120 GB. Ele vai ser lançado em setembro e vai custar US$ 299,00.
Na verdade, eu não sei a razão pela surpresa das pessoas. Absolutamente todo PlayStation teve uma versão slim. Com o PS3 não seria diferente, claro.
A Sony fez esse trabuco de todo tamanho. É óbvio que uma versão slim iria agradar todo mundo...
A Sony meio que (ênfase no "meio que", porque eu acredito que não seja proposital) faz seus clientes de bobos, fazendo-os comprar um video game do tamanho do meu guarda roupas, pra depois lançar uma versão menor, mais leve e melhor. Aí os carneirinhos, em sua maioria aqueles jogadores de Wining Eleven, que poderiam muito bem jogar o mesmo jogo no PSONE, compram o PS3 Slim. Bom, eles têm seus motivos, claro, do mesmo jeito que eu tenho meus motivos pra criticar isso. Nunca vamos chegar num consenso, então é melhor esquecer.

21 de ago de 2009

Desenterrando... Baraka

Quem? Barack? Não, mesmo. Baraka, pra quem não lembra, é um personagem de Mortal Kombat. Sim, você talvez esteja pensando que jamais viu esse ser. Eu não tiro sua razão. Ele ficou conhecido no Mortal Kombat 2 desse jeito:


Ele nem era um bom personagem...
Baraka é um tarkataniano (da raça Tarkatan). É uma mistura de demônio híbrido com ser humano (eu não tenho certeza, mas híbrido não é infértil? Corrija-me se eu estiver errado). Os tarkatanianos vivem em Outworld e são bastante agressivos. Em Mortal Kombat 2 ele era um dos comantantes de Shao Kahn e liderava o exército tarkataniano contra as forças do bem. Os membros dessa raça têm lâminas nos braços. Bizarro. (Fonte: Wikipédia)

Bom, o que interessa é que o Baraka de hoje é bem diferente desse aí de cima. Parece que ele tomou anabolizante até não querer mais. E também fez um tratamento dentário (não que tenha ficado bonito, mas...). Enfim, ele ficou assim:


Estranho, não? Ele ficou boladasso. E agora, no Mortal Kombat Armageddon ele nem é ruim. Pelo contrário. Bom, joguem Mortal Kombat 2 e vejam a tristeza que é controlá-lo. Relembrem o que é um bom jogo 16 bits!

Lição de moral 1: Halo

Esse é o primeiro post de "Lição de moral". Nessa categoria eu vou comentar sobre jogos que mudaram meu modo de ver os video games.
E aproveitando o comentário do primeiro post do blog, vou começar com Halo. Sinceramente, eu não sei como eu me esqueci desse jogo incrível da Microsoft. Exclusivo para XBox e Windows, esse jogo fez a cabeça de muita gente. Inclusive a minha. É um jogo belíssimo, com gráficos incríveis e jogabilidade simples.
Eu joguei apenas o primeiro jogo da trilogia Halo, no Windows. A facilidade para controlar o personagem pode ser comparada a GTA. É um jogo ao qual é fácil se adaptar. Os cenários gigantescos impressionam pela qualidade visual. A inteligência artificial é muito boa.
Tudo isso aliado à história do jogo o faz ser sensacional. Realmente, esse é um ícone do XBox. E eu tenho o prazer de dizer que esse jogo me deu uma lição de moral. Me fez ver que o meu mundo não está apenas cercado pela Nintendo. Há jogos de outros consoles que agradam qualquer um que jogar.

20 de ago de 2009

Desenterrando...

Há uns dias eu estava vagando pela internet e fiquei curioso para saber como era o jogo Kid Icarus. Para quem não sabe, o Pit, que aparece no Super Smash Bros. Brawl é o personagem principal desse jogo. Só existiram dois títulos de Kid Icarus. O primeiro foi lançado para o Nintendo Entertainment System (Nintendo 8 bits, ou, simplesmente, Nintendinho) na década de 80.
A Nintendo tinha programado a volta da franquia aos video games no Nintendo 64. Porém, o console não vendeu o suficiente para que a ideia fosse adiante. Pit reapareceu no Game Boy, com o segundo título da série (não sei muito bem, mas aparentemente foi apenas um relançamento de jogos do NES, adaptados para o Game Boy), e mais tarde no Brawl, de Wii.
Fiquei surpreso ao perceber que esse é um jogo excelente. E também que há anos atrás os jogos eram muito mais difíceis que hoje em dia. Você, que hoje joga os Mario Galaxy da vida, não conseguiria passar nem do primeiro mundo do primeiro jogo da série Super Mario Bros. Isso é certeza.
Kid Icarus poderia fazer um sucesso enorme nos consoles atuais. Aliás, existem muitos rumores sobre um suposto lançamento de Kid Icarus Wii. Nada confirmado oficialmente pela Nintendo, mas ao ser perguntado sobre o jogo, o mestre Shigeru Miyamoto desconversou, sem confirmar, mas também sem negar nada. Será? Eu acho que não existe nenhum jogo do tipo atualmente: talvez se possa voar livremente por cenários celestiais, tampando flechas aos montes em tudo que se vê. Seria bastante legal!! Estou ansioso por uma confirmação do título para Wii.

E caso você queira jogar Kid Icarus, de Nintendinho, clique neste link de onde baixar a ROM com tradução para o Português (não que isso seja muito necessário, já que antigamente os jogos não tinham tantos textos).

Se você quiser um emulador de Nintendinho, nesse mesmo site aí em cima (Emula BR) você encontra. A ROM em inglês também. É só dar uma olhadinha na coluna da esquerda. Ah! Só pra lembrar, aqui no Brasil (não sei nos outros países, mas deve ser a mesma coisa), você só pode ter a ROM de algum jogo se você tiver também o cartucho, ou disco ORIGINAL dele. Não sei quanto a ROMs hackeadas, como essa traduzida. Mas de qualquer jeito, é melhor garantir. Não vá dizer que eu não avisei, ou que eu estou incitando você a burlar a lei. Eu me isento de qualquer responsabilidade. Se você quiser baixar a ROM, vá logo procurar onde comprar um cartucho de NES do Kid Icarus.

Enjoy!

Por que o Wii?

Esse é o primeiro post do meu blog. E nele eu vou colocar meus motivos para escolher um Wii ao invés dos outros consoles da mesma geração. Afinal, o que o Wii tem que o PlayStation 3 e o XBox 360 não têm? Na minha humilde opinião, assim como na opinião de inúmeros nintendistas (e isso já está virando um clichê), o Wii tem jogabilidade.
É inevitável notar que a Nintendo inovou ao criar um controle sem fio sensível ao movimento. Tá, o X360 e o PS3 também têm controle sem fio. E o PS3 também tem sensor de movimento. Mas o console da Sony só reconhece os eixos "x" e "y". O Wii reconhece o eixo "z", também. Ou seja, o PlayStation reconhece quando o controle é movimentado pra cima, pra baixo e pros lados, mas não reconhece profundidade.
Além disso, eu acredito que nenhum nintendista liga pra gráfico tanto quanto os outros. Quem precisa de gráfico, quando se tem Super Mario Bros., Zelda, Metroid e todos os outros ícones da Nintendo? Me fala um jogo de PlayStation que virou um ícone do console. Wining Eleven (jogos de futebol não me agradam... Todos são sempre iguais!!). God of War eu até reconheço: é um jogo incrível. E de XBox? Algum? Eu não faço idéia de um jogo de XBox (só de XBox) que se tornou um símbolo do console. Se você souber, comente, pra eu ter conhecimento disso.
Mas é claro que eu também não desprezo tanto assim o quesito gráfico. Os jogos de corrida do Wii tem uma imagem ridícula. Eu jogaria todos no lixo se não fosse por uma coisa simples: jogabilidade. É incrível como pode haver tantos modos de controle para um jogo como Need for Speed. Não é só virar o controle como se fosse um volante. Pode usá-lo como se fosse um pedal de acelerador (não, não se deve usar o pé...). Vale lembrar, também, que eu não sou muito fã de jogos de corrida (sim, eu sou muito exigente)...
Com o tempo eu vou postar mais motivos para justificar minha preferência pelo Nintendo Wii. Mas aqui vão dois dos mais importantes: Super Smash Bros. Brawl e Super Mario Galaxy 2.
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