21 de ago de 2009

Desenterrando... Baraka

Quem? Barack? Não, mesmo. Baraka, pra quem não lembra, é um personagem de Mortal Kombat. Sim, você talvez esteja pensando que jamais viu esse ser. Eu não tiro sua razão. Ele ficou conhecido no Mortal Kombat 2 desse jeito:


Ele nem era um bom personagem...
Baraka é um tarkataniano (da raça Tarkatan). É uma mistura de demônio híbrido com ser humano (eu não tenho certeza, mas híbrido não é infértil? Corrija-me se eu estiver errado). Os tarkatanianos vivem em Outworld e são bastante agressivos. Em Mortal Kombat 2 ele era um dos comantantes de Shao Kahn e liderava o exército tarkataniano contra as forças do bem. Os membros dessa raça têm lâminas nos braços. Bizarro. (Fonte: Wikipédia)

Bom, o que interessa é que o Baraka de hoje é bem diferente desse aí de cima. Parece que ele tomou anabolizante até não querer mais. E também fez um tratamento dentário (não que tenha ficado bonito, mas...). Enfim, ele ficou assim:


Estranho, não? Ele ficou boladasso. E agora, no Mortal Kombat Armageddon ele nem é ruim. Pelo contrário. Bom, joguem Mortal Kombat 2 e vejam a tristeza que é controlá-lo. Relembrem o que é um bom jogo 16 bits!

Lição de moral 1: Halo

Esse é o primeiro post de "Lição de moral". Nessa categoria eu vou comentar sobre jogos que mudaram meu modo de ver os video games.
E aproveitando o comentário do primeiro post do blog, vou começar com Halo. Sinceramente, eu não sei como eu me esqueci desse jogo incrível da Microsoft. Exclusivo para XBox e Windows, esse jogo fez a cabeça de muita gente. Inclusive a minha. É um jogo belíssimo, com gráficos incríveis e jogabilidade simples.
Eu joguei apenas o primeiro jogo da trilogia Halo, no Windows. A facilidade para controlar o personagem pode ser comparada a GTA. É um jogo ao qual é fácil se adaptar. Os cenários gigantescos impressionam pela qualidade visual. A inteligência artificial é muito boa.
Tudo isso aliado à história do jogo o faz ser sensacional. Realmente, esse é um ícone do XBox. E eu tenho o prazer de dizer que esse jogo me deu uma lição de moral. Me fez ver que o meu mundo não está apenas cercado pela Nintendo. Há jogos de outros consoles que agradam qualquer um que jogar.
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